
Estúdio para Personal Trainer em Lisboa: Onde Trabalhar Sem Renda Mensal [2026]
Quanto custa trabalhar como PT em Lisboa? Renda em cadeias, comissões, e o modelo pay-per-session. Comparativo de custos com números reais.
Índice
TLDR: Pontos-Chave
- Em Lisboa em 2026 há três modelos para um PT trabalhar com clientes em ambiente fechado, renda fixa mensal (Vivagym ~155€/mês, Element 200€/mês), comissão sobre cada sessão (modelo Holmes Place e cadeias premium, 40%-60% estimados), ou pay-per-session (modelo MySelf Studio). Cada modelo tem implicações distintas no risco financeiro do PT.
- O modelo de renda fixa morre no início da carreira ou em meses de baixo volume. Para amortizar 200€/mês de renda a 25€/sessão líquidos, o PT precisa fazer 8 sessões só para break-even, antes de começar a lucrar. A 20 sessões/mês, a renda Element come 28% da receita; a zero sessões, é uma perda fixa de 200€.
- O modelo de comissão (Holmes Place, várias premium) tira tipicamente 40% a 60% da sessão para o ginásio. O PT recebe entre 24€ e 36€ por sessão de 60€ ao cliente, e fica frequentemente preso a cláusulas de exclusividade que impedem trabalhar em outros espaços.
- O modelo MySelf Studio é pay-per-session, o PT paga apenas a hora de utilização do estúdio (em modo avulso, pack ou subscrição) sem renda mensal e sem comissão. Em meses de baixo volume, o custo é zero. Para volume alto, packs e subscrição Pro reduzem a tarifa horária para cerca de 10€/hora.
- A 20 sessões/mês, MySelf retém 57% da receita (em avulsa); a 60, ~63% (pack); a 120, ~71% (subscrição Pro). Mais importante, custo fixo zero: meses de férias, doença ou sazonalidade não geram prejuízo. Para PTs em início de carreira ou agenda variável, é o único modelo que não pune o volume baixo.
Introdução
A pergunta que ouço de outros PTs em Lisboa há anos é "quanto é que estás a deixar para o ginásio". A resposta varia entre 0% e 60% da receita, e a diferença, ao fim do ano, são milhares de euros que ficam fora do bolso do PT. Mas o número da renda ou da comissão é apenas metade da história. A outra metade é o risco: quanto pagas em meses de zero clientes, quanto te custa cancelar contrato, e quem fica com a relação cliente-PT quando sais.
Este guia foi escrito por um PT que trabalha no Areeiro, com base em dados verificados nas páginas oficiais de cadeias (Vivagym, Element) e na minha experiência directa em vários modelos. Cobre os três caminhos disponíveis em Lisboa em 2026, faz a matemática do que cada um significa em retenção líquida da tua receita, e explica porque é que o modelo MySelf Studio (sem renda mensal, sem comissão) é estruturalmente diferente. O artigo é honesto sobre os limites: há cenários onde MySelf não é a melhor escolha, e digo claramente quais.
Se preferes saltar para os números, a tabela do meio do artigo faz a comparação directa em três cenários (20, 60 e 120 sessões/mês). Se queres entender porque é que cada modelo te cobra como te cobra, lê em sequência.
Os 3 Modelos de Espaço para PT em Lisboa em 2026
1. Renda fixa mensal (Vivagym, Element, várias chains low-cost)
Neste modelo, pagas ao ginásio um valor fixo todos os meses, independentemente do número de clientes que atendes. Em troca, tens acesso ao espaço, ao equipamento, e em alguns casos ao fluxo potencial de members da chain. Defines o preço da sessão, cobras directamente ao cliente, e ficas com 100% após pagar a renda.
Os números verificados em Maio de 2026, directamente nas páginas oficiais de recrutamento PT:
- Vivagym PT MOVE (acesso a 1 clube, escolhido entre 43 a nível nacional): cerca de 154,86€/mês nos primeiros 6 meses (média).
- Vivagym PT DUO (acesso a 2 clubes): cerca de 190,60€/mês por clube, ou seja, 380€/mês para os 2 clubes.
- Element Gyms: 200€/mês fixo.
A vantagem é a previsibilidade de custo (sabes exactamente o que vais pagar) e o acesso a equipamento de chain (área cardio, máquinas, espaço de aulas de grupo). Em alguns casos, o ginásio dá-te visibilidade junto dos members existentes, o que pode ajudar a gerar leads nos primeiros meses.
A desvantagem estrutural é simples: o custo fixo morre nos meses de baixo volume. A 20 sessões/mês, a renda Element representa 28% da receita; a 10 sessões/mês, 57%; a zero sessões (férias, doença, transição), é prejuízo de 200€. Em algumas chains, há também número mínimo de horas de presença ou cláusulas de não-concorrência que limitam onde mais podes trabalhar.
Para PTs com agenda já lotada (40+ sessões/mês), pipeline estável e que valorizam o ecosistema da chain, este é o modelo financeiramente óptimo em valor absoluto. Para qualquer outro perfil, há friction.
2. Comissão sobre a sessão (Holmes Place, várias premium)
Em vez de renda fixa, a chain retém uma percentagem de cada sessão que tu vendes. Não há custo fixo mensal, mas há tipicamente exclusividade contratual, número mínimo de horas e contrato anual com penalidades por rescisão antecipada.
As percentagens raramente são publicadas oficialmente. Mercado estima entre 40% e 60% para o ginásio. Numa sessão de 60€ ao cliente, o PT recebe entre 24€ e 36€. Numa sessão de 50€, recebe entre 20€ e 30€.
A estrutura tem outra particularidade: as vendas são frequentemente intermediadas pela equipa comercial do clube. O ginásio vende pacotes de PT directamente aos members (com upsell agressivo), e atribui as horas ao PT. Isto significa duas coisas: tens menos controlo sobre quem são os teus clientes e sobre a relação cliente-PT, e ficas dependente da gestão comercial do clube. Se o clube tiver um mau ano de vendas, a tua receita afunda sem alternativa imediata (porque a exclusividade impede trabalhar noutro lado).
A vantagem para PT em início de carreira é o fluxo de leads: members já existem no clube, equipa comercial faz a venda, e tu treinas. Em chain premium, podes começar com 30-50 sessões/mês quase imediatamente após a contratação. Para PT júnior sem rede pessoal, este pode ser o único modelo que paga a vida nos primeiros 6-12 meses.
A desvantagem cresce com a senioridade: à medida que constróis carteira própria e a relação cliente-PT amadurece, o cliente é teu, mas o ginásio continua a tirar 50%. PT com 5+ anos de carreira em chain de comissão deixa em média 1.500€-2.500€/mês de receita na chain, sem vantagem proporcional.
3. Pay-per-session (modelo MySelf Studio)
O estúdio cobra ao PT apenas as horas que efectivamente reserva. Sem renda mensal. Sem comissão sobre o que cobras ao cliente. Cliente paga directamente ao PT. Sem cláusulas de exclusividade, sem mínimos, sem contrato anual.
A tarifa do estúdio MySelf varia entre cerca de 10€ e 20€/hora consoante o modo de pagamento (avulsa, pack ou subscrição) e o período do dia. Em avulso, a tarifa é mais alta (cerca de 15€/h). Em packs médios (Casual, Regular, Frequent), desce para cerca de 12-13€/h. Em subscrição Pro (volume alto), aproxima-se dos 10€/h. PT pode ter 2 clientes num mês ou 30 clientes; só paga as horas que efectivamente usa.
A vantagem é estrutural em três frentes. Primeiro, custo fixo zero em modo avulso: meses de férias, doença ou sazonalidade não geram prejuízo. Segundo, retenção máxima da receita: cliente paga directamente a ti, sem intermediação financeira. Terceiro, flexibilidade total: 6h-24h, 7 dias/semana, sem cláusulas de exclusividade que te impeçam de trabalhar em outros espaços simultaneamente.
A desvantagem é honesta: tens de gerar a tua carteira de clientes. O MySelf não te dá fluxo de members do ginásio, porque o ginásio é teu enquanto estás lá, não tem members partilhados. Se estás a começar carreira sem rede própria, o pay-per-session sozinho não substitui o fluxo de leads de uma chain. A maior parte dos PTs maduros usa o MySelf como complemento ou transição depois de já ter carteira construída.

A Matemática Real: Quanto Sobra em Cada Modelo
Tabela cruzada com 3 cenários típicos (PT júnior, PT médio, PT sénior), em sessões/mês × 35€ por sessão (preço médio de PT em Lisboa em 2026). No MySelf, considero o modelo de tarifa adequado a cada volume: avulsa (~15€/h) para volume baixo, pack (~12€/h) para volume médio, subscrição Pro (~10€/h) para volume alto.
| Cenário | Vivagym MOVE | Element | Chain 50% comissão | MySelf (tarifa adequada) |
|---|---|---|---|---|
| Zero sessões (mês de férias) | -155€ | -200€ | 0€ | 0€ |
| 20 sessões/mês (júnior, avulsa) | 545€ (78%) | 500€ (72%) | 350€ (50%) | 400€ (57%) |
| 60 sessões/mês (médio, pack) | 1.945€ (93%) | 1.900€ (90%) | 1.050€ (50%) | 1.380€ (66%) |
| 120 sessões/mês (sénior, sub Pro) | 4.045€ (96%) | 4.000€ (95%) | 2.100€ (50%) | 3.000€ (71%) |
A leitura tem três pontos importantes.
A renda fixa torna-se progressivamente mais eficiente com o volume. A 60+ sessões, Vivagym e Element retêm 90% ou mais da receita. Para PTs com agenda lotada e pipeline estável, este é o modelo financeiramente óptimo em valor absoluto. Mas note-se que essa vantagem absoluta vem com lock-in: renda fixa todos os meses, eventual exclusividade contratual, e custo morto nos meses de baixo volume.
O chain de comissão retém metade da receita em todos os cenários. Não há economia de escala para o PT, a chain mantém sempre a sua margem. Para PTs que constroem carteira de clientes próprios, este modelo torna-se progressivamente injusto à medida que a relação cliente-PT amadurece (cliente já é teu, ginásio continua a tirar 50%).
O pay-per-session MySelf ajusta-se ao volume via packs e subscrições. A 20 sessões/mês fica em 57% de retenção (avulsa); a 60 em 66% (pack); a 120 em 71% (subscrição Pro). Não bate Vivagym ou Element a alto volume em valor absoluto, mas é o único modelo onde a tarifa por hora acompanha o crescimento da agenda do PT sem cláusulas, sem mínimos, sem renda morta. E em volume baixo ou variável, bate todos os outros modelos.
O Custo Morto da Renda Fixa: Quando Pesa Mesmo
Esta é a parte que ninguém te explica quando assinas o contrato de PT no Vivagym ou no Element.
A renda mensal não desaparece nos meses em que tu não trabalhas. Vais de férias 4 semanas em Agosto? Continuas a pagar 200€ no Element. Apanhas COVID e ficas 2 semanas em casa? Continuas a pagar. A tua agenda baixou de 60 para 30 sessões num trimestre por sazonalidade ou por dois clientes a saírem? Continuas a pagar a totalidade.
A 200€/mês × 12 meses, são 2.400€ por ano de custo fixo, antes de gerares qualquer receita. Se em 2 desses 12 meses não consegues manter volume normal (férias tuas + sazonalidade do mercado), são 400€ de renda paga "sem retorno". A matemática piora ainda mais para PT que começou no início do ano e está a construir carteira: nos primeiros 3-4 meses, é frequente fazer 10-15 sessões/mês, e a renda come 50% a 80% da receita gerada.
No modelo de comissão, o custo morto não existe (não há renda), mas há outro custo escondido: a cláusula de exclusividade. Em chains que operam por comissão, o contrato típico impede o PT de trabalhar em outros ginásios. Isto significa que estás dependente do fluxo de members daquele clube específico, e se o clube tiver má gestão comercial ou perder members, a tua receita afunda sem alternativa imediata. A flexibilidade que te promete o "self-employed" da comissão é frequentemente apenas marketing: na prática, o teu vínculo é mais rígido que numa chain de renda.

O Modelo MySelf Studio em Detalhe
A tarifa horária do estúdio fica entre 10€ e 20€/hora consoante o modo (avulsa, pack ou subscrição) e o período do dia. Sem renda mensal. Sem comissão. Cliente paga directamente ao PT.
Capacidade da sessão: até 2 clientes pela mesma tarifa horária. Se cobras 35€ por cliente e tens 2 clientes na mesma hora, geras 70€ de receita por uma única hora paga ao estúdio (cerca de 12€ em pack). Líquido por hora trabalhada: 58€. Para sessões em duo (parceiros, casais, pares de amigos), é o modelo mais económico em Lisboa.
Privacidade: o estúdio inteiro fica reservado para ti durante a tua hora. Não há partilha com outros PTs nem com members do ginásio. Para criação de conteúdo (Reels, fotos para Instagram, vídeos de demonstração), tens o cenário inteiro e cliente focado, sem ruído de fundo nem partilha de equipamento.
Equipamento profissional completo: barra olímpica e discos, halteres até 25kg, máquina multifunções, passadeira, dois bancos ajustáveis. Suficiente para a maior parte dos planos de musculação, condicionamento e mobilidade. Não está vocacionado para Hyrox específico (não tem sled, ski erg nem sandbag), nem para grupos grandes.
Horário: 6h às 24h, 7 dias/semana. Se queres treinar clientes às 6h ou às 23h, podes. A maioria das chains opera entre 7h e 22h, e o horário extremo (early morning, late evening) está bloqueado para PT externo. Para PTs que trabalham com executivos antes do escritório ou com pais depois do jantar, este horário alargado é diferenciador.
Sem cláusulas: sem exclusividade, sem mínimos, sem contrato anual. Podes trabalhar simultaneamente no MySelf, em outras chains, em outdoor, em casa de clientes. O estúdio é apenas mais uma ferramenta na tua caixa, não um patrão.
Cliente paga directamente a ti: sem intermediação financeira do estúdio. Tu cobras como quiseres (Stripe, MB Way, transferência), emites o teu recibo, fazes a tua contabilidade. O estúdio cobra-te apenas a hora reservada, à parte da tua relação comercial com o cliente.
Modos de pagamento ao estúdio: três opções para ajustares ao teu volume.
- Sessões avulsas: pagas hora a hora, sem compromisso. Tarifa mais alta (cerca de 15€/h). Ideal para PT em arranque, sazonal, ou em fase de teste.
- Packs com janela de validade: 45 a 90 dias para usar X horas. Tarifa por hora desce para cerca de 12-13€. Ideal para PT com volume estável de 8-12 sessões/mês.
- Subscrição mensal Pro: volume alto. Tarifa horária aproxima-se dos 10€. Ideal para PT consistente acima de 18-20 sessões/mês.
A passagem entre modos é fluida: começas em avulso, mudas para pack quando o volume estabiliza, e migras para Pro quando a agenda está cheia. Não há lock-in entre modos.

Quando o MySelf NÃO é a Melhor Opção
Sou honesto sobre os limites do modelo. Não é universal.
Se já tens agenda lotada (40-60+ sessões/mês) há 1+ ano com pipeline estável. A renda fixa do Element ou Vivagym torna-se progressivamente eficiente com o volume. A 60 sessões/mês, a renda Element representa 9% da receita, e tens acesso ao ecosistema completo (área cardio, aulas de grupo para complementar treinos dos teus clientes, máquinas que o MySelf não tem). Em valor absoluto líquido, vence (1.900€ vs 1.380€ no nosso exemplo). Se a tua estratégia é maximizar receita absoluta acima de tudo, e tens a estabilidade para sustentar a renda mensal, chain de renda é racional.
Se dependes 100% do fluxo de members do ginásio para gerar leads. Se não tens marca pessoal nem rede própria, MySelf não te vai dar clientes. Tens de construir carteira via Instagram, referenciação, parcerias, eventos. PT júnior puro sem rede, em chain de comissão durante os primeiros 6-12 meses, faz sentido apesar do corte alto, porque o fluxo de leads compensa. Em paralelo, podes começar a construir presença pessoal para depois transitar.
Se queres oferecer aulas de grupo (yoga, RPM, body pump, body combat). O MySelf não é vocacionado para grupos grandes (mais de 2 pessoas em simultâneo). Para esse formato, chain ou estúdio especializado em aulas são melhores opções. O MySelf é para sessões 1-on-1 ou 1-on-2.
Se valorizas o ecossistema social do clube. Em chains, o convívio diário com outros PTs, alunos e equipa comercial é parte da experiência profissional. No estúdio privado, a relação é tu mais cliente. Para alguns PTs, isto é alívio (sem distrações, sem politica interna); para outros, é isolamento. É preferência pessoal, não certo ou errado.
Se não és nenhum destes perfis, e estás a comparar opções para arranque de carreira, transição de chain, ou complemento ao trabalho actual, o MySelf é provavelmente a opção que melhor se ajusta ao teu volume. Para perceberes a perspectiva do cliente sobre os modelos, lê o artigo dedicado aos clientes que procuram PT em Lisboa. Para contexto de mercado, o comparativo das principais cadeias em Lisboa e o comparativo de ginásios privados em Lisboa cobrem o resto.
Perguntas Frequentes
Para PT com cédula recém-emitida e sem rede própria, o modelo de comissão em chain (Holmes Place, Phive, Solinca) é tipicamente o mais acessível, apesar dos 40-60% de corte, porque dá acesso ao fluxo de members do clube. À medida que constróis carteira própria, fazer a transição para pay-per-session ou renda fixa torna-se progressivamente vantajoso.
Tipicamente entre 10€ e 20€/hora consoante o modo (avulsa, pack ou subscrição) e o período do dia. Em avulso, a tarifa é mais alta (cerca de 15€/h). Em pack médio (Casual/Regular/Frequent), desce para cerca de 12-13€/h. Em subscrição Pro (volume alto), aproxima-se de 10€/h. Confirma os valores actualizados directamente em /personal-trainers.
Sim. Não há cláusula de exclusividade no MySelf. Podes trabalhar simultaneamente em chain, outdoor, em casa de clientes e no MySelf. Cada espaço cobra apenas o que efectivamente usas (no caso do MySelf) ou a renda mensal acordada (no caso de chain).
Pagas zero (em modo avulso). O modelo é pay-per-session, só pagas as horas que efectivamente reservas. Em meses de férias, doença ou sazonalidade baixa, o custo é zero. Diferente do Vivagym (155€/mês fixo) ou Element (200€/mês fixo) onde a renda é cobrada independentemente do volume. Atenção, em pack/subscrição com janela de validade, o saldo não usado expira.
Até 2 clientes pelo mesmo preço da hora de estúdio. Se cobras 35€/cliente e tens 2 clientes na sessão, geras 70€ de receita por uma única hora paga ao estúdio. Para sessões em duo (parceiros, casais, pares de amigos), é o modelo mais económico em Lisboa.
Sim, com consentimento do cliente. Como o estúdio inteiro fica reservado para ti durante a hora paga, tens privacidade total para gravação, sem outros PTs ou members no fundo. É uma das vantagens menos óbvias do modelo, especialmente para PTs que estão a construir presença online.
Sim. A Lei n.º 39/2012 obriga qualquer técnico de exercício físico a operar com cédula TPTEF emitida pelo IPDJ, válida e revalidada. O MySelf recomenda também seguro de responsabilidade civil profissional, embora não seja obrigatoriamente verificado. Para tua protecção legal e do cliente, mantém ambos actualizados.
Há três opções, sessões avulsas (pagas hora a hora, máxima flexibilidade), packs com janela de validade (45-90 dias, custo por hora mais baixo), e subscrição mensal (Pro, volume alto). Para PTs com volume estável e previsível, pack ou subscrição costuma reduzir a tarifa horária em 25%-35% face à avulsa. Para PTs com volume variável, sessões avulsas mantêm flexibilidade total.
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